Thursday, June 05, 2008

Novo tratado de tordesilhas



Estou perfeitamente de acordo quanto à urgência da Europa se afirmar como lider no desenvolvimento de respostas para as questões globais.

Eu diria mesmo que Portugal (e também Espanha) ainda podem vir a desempenhar um papel de enorme relevância nesse campo, por dois motivos:


1) Usufruem de boas (ou excelentes, conforme os casos) relações diplomáticas com os países sul-Americanos (e mesmo com alguns países Africanos);


2) Têm um posicionamento geoestratégico do maior relevo, podendo beneficiar enquanto plataformas logísticas comerciais entre os diferentes cantos do mundo.

FB.

Tuesday, May 27, 2008

Sarkozy lê este Bolg

São poucos, mas são claramente bons!

Nicolas Sarkozy propôs a contenção na cobrança de impostos sobre os combustíveis. É o primeiro passo para a concretização da proposta que apresentei no post de 7 de Maio entitulada "Tecto Máximo de Impostos".

Monday, May 12, 2008

Inflação



Por força da subida dos preços dos cereais e do petróleo, cada vez mais a inflação surge como um temor para os responsáveis políticos.

De que forma é calculada a inflação? Arranja-se um conjunto de produtos (habitualmente chamado de cabaz) e regista-se o seu preço numa determinada data. A inflação é calculada através da medição das variações percentuais dos preços dos produtos desse cabaz, ao longo do tempo.

Contudo, a inflação não quantifica devidamente a procura (mesmo na sua vertente Keynesiana) – quantas pessoas consomem de facto o cabaz de produtos na base do cálculo da própria inflação, nem as variações nos consumos desse cabaz.

Se de facto, para o comum dos mortais, a inflação representa a variação na percentagem dos gastos (anuais, semestrais, mensais, semanais, etc.) dos rendimentos de particulares e empresas (até aqui discuto se não deveria haver um cálculo independente, um para particulares e outro para empresas) num determinado cabaz de produtos, bens e serviços, não deveria ela ser calculada em função desses factores?

Wednesday, May 07, 2008

Tecto máximo de impostos

Recentemente tenho seguido com mais atenção algumas entrevistas a figuras de proa no plano nacional e nelas encontrei algumas opiniões comuns. A que mais me tem chamado a atenção tem sido a teimosia no crescimento da despesa pública, teimosia esta que mais tem contribuido para a quantidade escandalosa de impostos que pagamos, em número e em valor (IRS, IRC, IVA, IMI, IMT, ISPP, IS, IA, por exemplo) e para a sua má gestão a favor de quem os paga.

Ora, como membro da sociedade civil, indignado com esta falta de vontade do estado em querer ser eficiente, venho propor que nos juntemos e imponhamos ao governo um tecto máximo de impostos que este pode cobrar.

Por exemplo, nos impostos sobre o rendimento - aqueles que mais directamente nos afectam o bolso - (IRS e IRC) proponho permitir que o estado nos cobre uma taxa única de 25%.

Adicionalmente, proponho que o estado divulgue um mapa demonstrativo da origem e da aplicação dos impostos cobrados (à semelhança do antigo mapa contabilístico MOAF ou DOAF).

Já que o estado, na figura do governo, não demonstra a necessidade de um maior rigor, façamo-lo nós.

Wednesday, March 19, 2008

Edição Extra

Não me lembro de ver tão bom humor, melhor mesmo que os gato fedorento!

Vejam e comprovem em:

http://edicao-extra.blogspot.com/

Ou na SIC Radical ou youtube, pesquisado por edicao extra.

Thursday, March 13, 2008

A música do momento

Podem saka-la, contribuindo para a causa em: www.encontrarse.pt

O i o ai + Xutos

Desapareço a vapor
Fico fechado ao lado
Sentindo-me só
Passando despercebido

À garrafa agarrado
O meu nome é…
Desapareço ao teu lado
De fora fico a ver

As pessoas para onde vão?
Dentro dos autocarros
Levados são levados
Comida por liberdade

O meu nome é João e vivo ao teu lado
O meu nome é Yuri do continente gelado
O meu número é Zero nesta democracia
Deixa-me pertencer eu quero pertencer-te

By Xutos & Pontapés + Oioai Dedicado ao Movimento U.P.A. 08

Wednesday, March 12, 2008

A necessidade de Estratégia a Norte

Um dos grandes problemas para o desenvolvimento das PME's nortenhas passa pelo facto de se tratarem de empresas de cariz fortemente familiar. Existe já alguma profissionalização, fruto de investimento em qualificação profissional nos últimos 10 a 15 anos, mas esta continua dependente de decisões de âmbito familiar.
Será dificil gerir um negócio quando se mistura objectivos corporativos com objectivos familiares.

De que forma devemos construir a estratégia de desenvolvimento dos negócios das PME de forma a acautelar as necessidades dos empreendedores e empresários que investem no negócio se deste depende também a sua família?

Este artigo na imprensa nacional vem alterar os empresários para necessidade de profissionalização da gestão de empresas familiares.

Monday, March 03, 2008

Corrupção



A Corrupção. Já ando há umas semanas a pensar em falar deste tema. Ele está muito em voga, seja no seio político, seja no legal, mas acima de tudo é um tema relacionado com a sociedade e as regras que balizam o seu funcionamento.

Normalmente a corrupção é associada a grandes escândalos, frequentemente aqueles que envolvem figuras públicas, mas a definição de corrupção no diccionário é bem esclarecedora e não menciona a necessidade de envolvimento de personagems de perfil público.

A meu ver, o principal objectivo da corrupção, ou do corruptor, é a obtenção de benefícios ilegítimos em proveito próprio, prejudicando terceiros de forma expressa ou tácita. Para a obtenção desses benefícios o corruptor utiliza mecanismos ou ferramentas que estejam ao seu alcance para influenciar o corrompido a actuar conforme a vontade do primeiro em detrimento de um conjunto de normas legais, sociais, económicas, etc.

O que me traz ao objectivo deste texto: todos os dias assisto a actos de corrupção. Todos os dias assisto a actos que cabem na descrição que acima faço sobre corrupção. Os que me chamam mais a atenção são os relativos ao pagamento de parquímetros e às influências que pessoas comuns tentam exercer sobre os agentes de controlo dos parquímetros. E estes actos são praticados por pessoas comuns.

Não vou agora discutir se a existência dos parquímetros é legal, se ela é ética, sequer se ela é útil. Mas vou argumentar que enquanto estes pequenos actos subsistirem, dificilmente alguém poderá julgar a corrupção, muito menos esperar que ela desapareça.

Qual é a solução? Sendo esta uma questão fundamentalmente de ética - relativa à conçepção indivudual que cada pessoa faz relativamente às normas a sociedade lhe impõe, a solução só pode passar pela educação e pela formação dos membros dessa sociedade...

Wednesday, February 13, 2008

Os esporões - reprise



Já não é a primeira vez que trago este assunto à baila. Falo da construção desregulada de esporões ao longo do litoral Português. O que me faz regressar a este tema é uma notícia saída no JN de hoje que fala em promessas de obras para o esporão da Aguda.

São duas as questões que se me assombram, e vou tentar ser imparcial e lógico com este tema que me é particularmente próximo.

1) A existência de uma comunidade piscatória, por muitos pescadores que ela inclua, não pode servir de justificativo para a construção de um ou mais esporões. Veja-se o lindo estado do litoral entre o porto de leixões e ovar. Um verdadeiro cemitério de esporões. Tal qual numa empresa, onde os recursos são afectos às áreas onde eventualmente virão a ser mais produtivos, também os barcos de pesca devem estar localizados numa grande infraestrutura (vide porto de leixões, por exemplo). Os pescadores, mesmo não tendo residência na zona onde os barcos estão aportados, aí aportariam, deslocando-se posteriormente para as suas casas. Parece-me de bom senso. Eu até estaria de acordo em criar um subsidio de deslocações para estes pescadores se deslocarem entre as suas casas e os grandes portos de mar. Também me parece de bom senso.

2) A construção de um esporão não é garantia da cessação de problemas de erosão no litoral, nem evita que o mar, em ocasiões de grandes ondulações, destrua construções humanas. Antes pelo contrário. Os esporões forçam mudanças nas areias do fundo do mar, acelerando a erosão do litoral circundante e obrigando a posteriores intervenções humanas para remoção ou recolocação das mesmas. Ou seja, estranheza das estranhezas, uma intervenção humana de elevados custos (construção de um esporão) obriga a outras sucessivas intervenções humanas de elevados custos (remoção de areias). Parece-me de bom senso.

Quem ganha com este processo repetitivo? As pequenas comunidades piscatórias (será que meia dúzia de votos obrigam a esta cega obediência), os construtores de obras públicas (obviamente), e as câmaras municipais (pelos licenciamentos concedidos aos construtores).

Quem perde? O contribuinte e o litoral do país (por coincidência das nossas duas maiores riquezas).

O que me parece um contrasenso é que continuemos a usar os esporões como método de protecção contra os avanços do mar, mas tal continua a acontecer, mesmo depois de provadas erradas todas estas intervenções. Einstein disse uma vez que era sinal de pouca inteligência repetir os mesmos erros e esperar resultados diferentes...

Friday, February 01, 2008

Teoria da conspiração II - Lost vs. Star Wars


Foi com surpresa que li, numa entrevista de um dos produtores do recente exito de bilheteira Cloverfield (também produtor das séries Lost e Alias), que todas as suas produções contém referências aos filmes da saga Star Wars.

Por exemplo, ele afirma que o Sawyer (personagem do Lost) vai buscar inspração ao mítico Han Solo, e afirma também que o R2-D2 já fez cameos em diversas cenas de filmes e séries suas.

A entrevista pode ser lida na integra aqui.

Mais ainda, o site oficial da "hexalogia" garante que vai ser lançada em 2008 uma série televisiva da saga Star Wars que vai decorrer no periodo da guerra dos clones.