Tuesday, April 21, 2009

Recuperação de praias custou 18 milhões em 2008

Algum do dinheiro mais mal gasto do país:

 

Metade dos investimentos feitos, no ano passado, no âmbito dos planos de ordenamento da orla costeira, foi para obras de requalificação de praias e mais de um quinto foram gastos na protecção contra a erosão e o ataque do mar.

 

Segundo o relatório da execução de 2008, cerca de 80% dos 7,57 milhões de euros investidos em defesa costeira foram gastos no "esforço de estabilização" da erosão da praia da Caparica, consumindo a totalidade do investimento do plano Sintra-Sado.

 

Dos gastos restantes em defesa costeira, quase 16% foram aplicados na protecção do Bairro de Silvalde, em Espinho (plano Caminha-Espinho), e o sobrante nos POOC alentejanos e algarvios e no troço Alcobaça-Mafra.

 

Apesar de classificados como obras prioritárias, os esporões e as defesas aderentes de Esmoriz, Cortegaça e Furadouro (dois milhões de euros previstos para 2008) e a norte e a sul da Vagueira (1,9 milhões) não foram reabilitados. A primeira obra estava iniciada e a segunda em assinatura de contrato.

 

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1207185

 

Thursday, April 16, 2009

Anna Nalick

Este nome vai dar que falar: Anna Nalick.

 

http://www.youtube.com/watch?v=FAlWxZK-ps4&feature=related

 

 

 

Wednesday, April 15, 2009

Farol de luz em tempo de crise (artigo JN)

Lá fora, Portugal é reconhecido no mapa-múndi que cabe entre quatro linhas. E em três sílabas: fêcêpê

 

IVETE CARNEIRO

 

Um "farol luminoso" no seio da "decepção" nacionalizada pode dar esta quarta-feira a Portugal "a notícia que todos esperamos há muito". Desenganem-se os cépticos. É um sportinguista que fala. Do Porto com FC grande. Do Porto que tem marca.

 

É Paquete de Oliveira, sociólogo que gostava que outras actividades portuguesas "pudessem assim marcar pontos" no jogo da imagem mundial. Porque falava com uma jornalista do Porto, cidade, desejou boa sorte.

 

Juntam-se-lhe mais, de cores que não o azul forte. "Em poucas outras coisas se atinge o nível a que se chega com o futebol". Na certeza de que, mesmo sem esta hipótese de passar a ser uma das quatro melhores equipas da Europa, o Futebol Clube do Porto é já um indiscutível embaixador do país num mundo globalizado. E as objecções, porque as há, só podem ser "inveja". Agora fala Miguel Veiga, advogado portuense e barão do PSD.

 

Ponto assente: lá fora, quando ouvem a um português dizer que é de Portugal, respondem prontamente futebol. "Porto". "Mesmo que não digamos que somos do Porto". Tal como nos anos 1960 retorquiriam "Benfica", diz-nos Rui Moreira. Nessa altura, fora de portas, o Porto era Port, o do vinho fino globalizado pelos ingleses. Portista reconhecido, o presidente da Associação Comercial do Porto leva o prestígio conseguido pelo clube portuense ao extremo. "A cidade deveria deixar cair o Oporto que usa internacionalmente". Porto é Porto e pronto, para tudo. E dele veio nome Portugal...

 

A marca. Rui Moreira lamenta que seja só regional e mundial. Falta-lhe o meio: o nível nacional, num país "centrista, habituado a que tudo seja dominado pela capitalidade". Sobrinho Simões, guru mundial da investigação do cancro e presidente do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, orgulha-se. Nem todos os portugueses valorizam o esforço do Porto, clube, pela marca Porto, Portugal? "Paciência!" "É um nome que diz coisas às pessoas". Pelo vinho, pelos ingleses, pelas chuteiras. E o Benfica não tem essa sorte de ser associado a Lisboa.

 

E se o FC Porto não é melhor visto cá dentro - Rui Moreira admite -, foi porque "também se pôs a jeito". A "táctica de guerrilha" valeu-lhe chegar onde está, mas hoje faz pouco pela conquista da tal marca nacional que lhe falta.

 

Luís Portela, presidente da farmacêutica Bial, lembra-se de uma viagem ao Senegal. Foi situado no mapa-múndi por via do futebol das Antas. E acredita que todos os portugueses percebem isso, como o provam o facto de haver cada vez mais jovens do Sul, das ilhas e das ex-colónias a simpatizar com as cores azul e branco.

 

Mudança de tendências. João Teixeira Lopes, sociólogo e candidato do Bloco de Esquerda à liderança da autarquia portuense, nota-a entre os filhos de filhos de portugueses. Daqueles que se foram nos tais anos 1960. Ou antes. E levaram o Benfica oficial na alma. A ligação afectiva está a perder-se, fruto do grande V que o Porto esconde entre o F, o C e o P. "V" de vitória e de vingança. Porque tem bons resultados e porque os tem numa região "em perda", onde "à volta há só derrotas". A começar pela crise.

 

Aí assoma o "farol luminoso" de que fala Paquete de Oliveira. O Porto, FC, que não idolatra, tem feito um trabalho pela "auto-estima portuguesa" que não pode ser subestimado. Menos ainda em tempo de crise económica, social e de motivação. "Numa fase em que precisamos de coisas optimistas, o FC Porto pode ser positivo", completa Alípio Dias, ex-dirigente do BCP.

 

Crise ou não, Teixeira Lopes não tem dúvidas de que a varanda dos Paços do Concelho é o símbolo de hospitalidade da cidade. E, eleito, abri-la-ia ao fim de anos fechada à celebração do Porto, FC, pelo Porto, câmara, para evitar intrincadas relações. Não devem existir, admite o bloquista, mas o "património imagético" do clube não pode ir, assim, para o esgoto. Elisa Ferreira, candidata independente pelo PS e portista adicta, tem - alguma - pena que só os azuis e brancos se façam notar assim lá fora. "A ser um que seja o meu clube". Também promete varanda com lisura nas relações. Porque não há cidade no mundo que não receba no município uma equipa que arrebate tudo o que lhe passa pela frente, como fez o Porto em 2004. No executivo camarário, Rui Rio delegou resposta no vereador Gonçalo Gonçalves, "portista" desde que nasceu e convicto que a partida de hoje só vale, mundialmente, se o Porto passar...

 

E aquela coisa da gestão e dos processos judiciais? Assuntos para "outras instâncias", Elisa Ferreira não quer misturar. E "os resultados falam por si", diz Luís Portela: desportivamente é um sucesso. É isso que conta, garante Paquete de Oliveira. Os outros problemas são os mesmos de todas as grandes equipas do mundo.

 

Fiel depositária da marca Portugal noutro mundo de espectáculo - o da moda -, a estilista Fátima Lopes, mais a tender para o Sporting, fala em orgulho para um país inteiro, "tão pequenino que não tem situações em que se fale dele de forma tão positiva". Hoje, vai torcer. Rui Oliveira e Costa, administrador da Eurosondagem e leão, também. Faz gala da foto que tirou com um cachecol do Porto ao pescoço, na conquista da Liga dos Campeões contra o Celtic, em Sevilha, em 2004. Mas prefere generalizar. "O futebol presta um serviço ao país por vezes pouco reconhecido".

 

In: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=1201610

 

 

Frederico Barreto

 

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Wednesday, March 25, 2009

Obama e os jornalistas

Eram cerca de 00h de hoje, em Portugal Continental, quando tive o prazer de assistir televisivamente à conferência de imprensa que o Presidente Barack Obama deu.

 

Gostei da mensagem de reforço nas crenças e nas políticas que o actual gabinete do Presidente definiu, mas sobretudo o que me impressionou mais foi a inteligência, organização e ordem com que os jornalistas colocaram questões de todas as naturezas ao Presidente - Notou-se que havia muita preparação da parte destes senhores, já que a devida fundamentação das perguntas colocadas revelou conhecimento acerca dos temas.

 

Para mim foi uma lufada de ar fresco, algo a que o Presidente nos tem vindo a habituar, e um prazer ver esta conferência de imprensa.

 

A lição que gostaria que os nossos jornalistas tirassem é a de que não devem ter como objectivo vilipendiar os seus interlocutores, mas antes procurar elevar o nível intelectual das discussões, contribuindo para o esclarecimento e educação do povo.

 

Wednesday, March 18, 2009

Debate sobre reanimação da Baixa do Porto

A recente reanimação nocturna da Baixa do Porto, na zona da Rua das Galerias de Paris, é tema de debate no PSI – Porto Sob Investigação, esta quinta-feira, às 22 horas, no Porto Canal.

 

As queixas de ruído por parte dos residentes aos fins-de-semana geram a polémica da nova movida. Após uma reportagem realizada no local, em estúdio estão moradores, comerciantes e cidadãos para debater a questão.

Tuesday, March 17, 2009

E o Guru falou - será louco?

Given the relentless barrage of bad news about the U.S. banking system and the near-constant calls for the government to nationalize the country's biggest banks, you couldn't be faulted for wondering if Warren Buffett had lost his mind when, in a three-hour appearance on CNBC Tuesday, he called this "a great time to be in banking," talked about the massive "earnings power" of banks like Wells Fargo, and said that the government actually doesn't need to supply most banks with "lots of capital." (Another explanation for Buffett's relatively upbeat forecast was that, in industry parlance, he was just "talking his book," since he has big stakes in banks like Wells Fargo and U.S. Bancorp.) But the truth is that the recent history of U.S. banking suggests there's a chance, at least, that Buffett was right.

The key to understanding Buffett's less-than-apocalyptic take on the banks is the idea of the spread: the gap between the interest rate banks can charge for the loans they make and the interest rate they have to pay for the money they borrow -- from depositors or other lenders. When the Federal Reserve slashes interest rates, particularly when they slash them as aggressively as they have in the past year, spreads widen, so that every loan a bank issues becomes more profitable. And that's especially true today, because the risk aversion of investors and financial institutions has meant that the interest rates on loans have fallen less than they normally would have, given the steep decline in the fed funds rate. Buffett, for instance, said that in the fourth quarter of 2008, Wells Fargo's cost of funds -- how much it had to pay to borrow money -- was just 1.44 percent. Needless to say, the average interest rate it charged the people it was lending to was a lot higher than that. In fact, though it's hard to get exact data on this, it's possible that, as Buffett said, the spreads on loans have "never been wider." And when you combine that with the sheer number of loans these giant banks have on their books, you're talking about individual banks earning tens of billions of dollars on their own.

Does that mean that the banks are fine? Not necessarily. The basic problem the banks face is that they need to recapitalize themselves. One way to do that is by taking their profits and, as it were, banking them. But the banks still have lots of old, bad assets on their books, and it's possible that, as many predict, the value of those assets will fall more than their earnings will rise. And if the economy gets significantly worse, the increase in bad loans will probably cancel out the effect of wider spreads.

So why might most of the banks come out of this okay, without having the government nationalize them? One reason is that since most of these banks have slashed their dividends to pennies, every dollar they earn essentially goes to recapitalization, instead of going out the door to shareholders. And with the government looking over their shoulders, it's also likely that the banks are going to be running tighter ships, so their expenses may be down as well. That's why Buffett said on Tuesday: "I mean, the right prescription with most of the banks is just let them pay very little in the way of dividends and build up capital for awhile, and they will build up a lot of capital."

The interesting thing about this prescription is that, in some ways, it's precisely how the U.S. got out of its last big banking crisis, which happened during the recession of 1990-1991. While it hasn't been talked about very much, during that recession most of the big moneycenter banks were, by today's standards, insolvent -- arguably more insolvent, in fact, than the big banks are today. They were not nationalized or put into receivership. Instead, after the Fed slashed interest rates, the banks hunkered down, cut back on risky loans, and allowed the wider spreads to work their magic, and over time earned their way out of insolvency. Today's crisis is different in some important respects (in the earlier crisis, banks were able to make easy profits by investing in government debt, while today the profits on such an investment would be quite small). And there are some banks today which may be carrying so many bad loans that even their increased earnings power won't save them. At the very least, though, history suggests that Buffett has not gone around the bend, and that it's a mistake to think that nationalization is the only plausible solution to our current banking crisis.

http://www.newyorker.com/online/blogs/jamessurowiecki/2009/03/is-warren-buffe.html

 

Friday, January 09, 2009

Falhas graves

Multiplicam-se as notícias relacionadas com a má prestação de serviços de saúde, ele é a linha 24, ele são os Hospitais, mas eu até sou da opinião que estas notícias resultam mais de lutas politicas internas do que de efectiva fragilidade dos serviços.

Com uma excepção:

 - O INEM -

Mais especificamente o serviço de atendimento telefónico de suporte ao INEM (vulgo CODU). Nas interacções que tenho tido com os operadores deste serviço tem sobressaído a insuficiente formação quer ao nível dos mais básicos conhecimentos de medicina (e a eles deve ser exigido um conhecimento razoável), mas também (e eu diria com igual importância) ao nível da formação pessoal.

 

Mas pode ser falta de sorte minha, calhar-me sempre uma besta ao telefone.

 

Tuesday, January 06, 2009

Empréstimos com taxa de juro variável - descida imediata?

Uma medida importante para auxiliar a redução das despesas das famílias seria o ajustamento imediato das taxas de juro aos respectivos indexantes, isto porque, como saberão, as taxas de juro praticadas pela Banca referem-se à média das taxas indexadas (Euribor por exemplo) a 3, 6, 9 ou 12 meses e não ao valor do indexante em determinada data.

 

Dessa forma, os juros dos empréstimos que estejam indexados poderiam diminuir um pouco mais, e as famílias usufruírem de um maior alívio financeiro, caso o Governo optasse por não ser exclusivamente demagógico.

 

Tuesday, December 30, 2008

Norte liderou retoma da economia

Norte liderou retoma da economia

A verdadeira surpresa dos dados recentemente divulgados pelo INE sobre o crescimento da economia nacional está no facto de o Norte ter sido a região motora da recuperação económica. Este foi o alerta lançado, esta quarta-feira, no Porto, por Carlos Lage.

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) - que falava em conferência de imprensa para dar conta da primeira reunião, realizada ontem de manhã, do Conselho de Coordenação Intersectorial do Norte (CCIN) - desvalorizou o facto de a região de Lisboa ter registado um crescimento acima da média europeia.

"É sabido que as capitais obtêm, sempre, um crescimento desse tipo", realçou.

Carlos Lage salientou que quem "quiser olhar com atenção" para as estatísticas constata que, após um período de estagnação ou crescimento débil da economia portuguesa, não foi Lisboa que contribui para a recuperação da economia nacional.

"Lisboa esteve, nesse período, abaixo da média nacional. Em 2007, houve um crescimento de 2,4% no Norte, ao passo que Lisboa ficou abaixo dos 1,9%", frisou. O presidente da CCDR-N lamentou que a região de Lisboa revele dificuldade em afirmar a sua capacidade produtiva.

Ao analisar os dados sobre a situação económica e social da Região Norte, Carlos Lage chamou a atenção para duas mudanças que considerou importantes: por um lado, o facto de três quartas partes das exportações portuguesas de bens classificados como sendo de alta tecnologia serem da responsabilidade de empresas nortenhas; por outro lado, o facto de os ganhos de produtividade que garantiram, nos dois últimos anos, o crescimento da economia regional, não se alicerçarem no aumento do emprego.

"São duas mudanças muito importantes que vale bem a pena assinalar", realçou.

Aquele responsável criticou, com base nos dados sobre o crescimento económico do Norte, os "comentadores externos à região" que constantemente a classifiquem como "pobre e atrasada".

Carlos Lage augurou que 2009 mantenha o ritmo de transformação do tecido produtivo da região, com uma aposta continuada na inovação. Face ao espectro de um aumento do desemprego e de um mais baixo desempenho da economia nacional, o presidente da CCRDR-N afirmou ser fundamental apostar no social.

Aquele responsável salientou ainda a importância do CCIN na coordenação regional das políticas da Administração Central.

 

Monday, December 29, 2008

Previsões na imprensa: Crise económica acelera inovação tecnológica em 2009

A crise económica é a premissa fundamental das 10 previsões para 2009 que a consultora internacional IDC apresenta hoje sobre a evolução do mercado das tecnologias de informação e telecomunicações em 2009.

 

O contexto económico irá acelerar a transformação que o sector das tecnologias de informação e telecomunicações tem vindo a sofrer nos últimos anos, diz a IDC em comunicado.

 

“Uma economia global estagnada irá actuar como uma panela de pressão sobre o mercado das TI, acelerando o desenvolvimento e a adopção de novas tecnologias e modelos de negócio” refere a este propósito Frank Gens, vice-presidente e analista-chefe na IDC. Uma forte recessão global e uma transformação radical da indústria estão presentes nas 10 previsões da IDC para 2009:

 

1 - O crescimento global das TI’s vai cair para metade, o que colocará em risco os fornecedores que não se reposicionarem em segmentos menos afectados pela crise;

 

2 - As economias emergentes e o mercado das PME’s também sofrerão com o abrandamento mas manterão crescimentos acima da média do mercado;

 

3 - Acelera-se a migração da indústria das TI’s para “Cloud Computing” e outros modelos de prestação de serviços online, essencialmente devido aos custos mais baixos;

 

4 - Acelera-se a migração dos consumidores para o comércio online, com esta categoria a abranger 1,5 biliões de pessoas e 8 triliões de dólares em vendas;

 

5 - A indústria das telecomunicações vai expandir-se e consolidar-se face à necessidade de atingir novas economias de escala, de entrar nos mercados emergentes e de desenvolver novos serviços de valor acrescentado;

 

6 - Os dispositivos móveis terão um ano terrível com quebras de volume de vendas e compressão das margens, apesar do segmento de smartphones e mini—portáteis continuarem a apresentar crescimentos na casa dos dois dígitos;

 

7 - Acelera-se a dissolução da fr onteira entre soluções tecnológicas empresariais e soluções pessoais com a ascensão da web social e a recessão económica, criando novas oportunidades de domínio sobre o sector.

 

8 - Assistiremos à reinvenção das soluções de acesso e análise da informação e de risco face aos problemas dos serviços financeiros e à avalanche de informação gerada pela Internet social e pela generalização do vídeo na Internet;

 

9 - As “tecnologias verdes” terão um bom ano na vaga de soluções que prometem cortar custos de forma sustentada a médio prazo;

 

10 - As iniciativas governamentais catalizarão enormes investimentos em tecnologias de informação e o crescimento da indústria, com iniciativas focadas na recuperação económica, energia, saúde e na melhoria da estabilidade e transparência dos mercados financeiros. A IDC juntou informação gerada por cerca de mil analistas IDC em todo o mundo.