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Monday, June 29, 2009
FW: Newsletter - PROGRAMA WTCC (SUJEITO A ALTERAÇÕES)
Friday, June 19, 2009
Mercado de Porto Belo - 1ª edição
Amanhã - Mercado Porto Belo. Entre as 14h00 e as 19h00 realiza-se a primeira edição do Mercado Porto Belo, na Praça Carlos Alberto.

Monday, June 08, 2009
Avião fantasma?
Na semana passada anunciaram a alta voz a descoberta dos destroços do Airbus A330, voo 447 da Air France (Rio – Paris), reclamando terem encontrado pedaços da fuselagem, óleo e cadeiras, “equipamento que só poderia pertencer a uma aeronave”, para depois dizerem que afinal não se tratavam de restos daquele Airbus, sem mais explicações.
Se posteriormente vieram a descobrir os verdadeiros destroços do dito Airbus, então eu pergunto:
A que avião pertenciam os destroços encontrados inicialmente? Porque se deixou de falar desses destroços? Eram de outro avião?
Monday, May 25, 2009
O contraditório
http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=M%E1rio%20Crespo
Mário Crespo apresenta o contraditório às afirmações do Bastonário.
Marinho Pinto Vs Moura Guedes
Dr. Marinho Pinto põe a Sr.ª Moura Guedes no sítio.
Finalmente.
http://www.youtube.com/watch?v=sHldj8eG80A&feature=related
Wednesday, May 13, 2009
Estão nos a mentir sobre os piratas?
Um bocado romanceado, mas interessante:
5/1/2009, Johann Hari: The Independent,
Quem imaginaria que em 2009, os governos do mundo declarariam uma nova Guerra aos Piratas? No instante em que você lê esse artigo, a Marinha Real Inglesa – e navios de mais 12 nações, dos EUA à China – navega rumo aos mares da Somália, para capturar homens que ainda vemos como vilãos de pantomima, com papagaio no ombro.
Mais algumas horas e estarão bombardeando navios e, em seguida, perseguirão os piratas em terra, na terra de um dos países mais miseráveis do planeta.
Por trás dessa estranha história de fantasia, há um escândalo muito real e jamais contado.
Os miseráveis que os governos 'ocidentais' estão rotulando como "uma das maiores ameaças de nosso tempo" têm uma história extraordinária a contar – e, se não têm toda a razão, têm pelo menos muita razão.
Os piratas jamais foram exatamente o que pensamos que fossem.
Na "era de ouro dos piratas" – de 1650 a 1730 – o governo britânico criou, como recurso de propaganda, a imagem do pirata selvagem, sem propósito, o Barba Azul que ainda sobrevive.
Muita gente sempre soube disso e muitos sempre suspeitaram da farsa: afinal, os piratas foram muitas vezes salvos das galés, nos braços de multidões que os defendiam e apoiavam. Por quê? O que os pobres sabiam, que nunca soubemos?
O que viam, que nós não vemos? Em seu livro Villains Of All Nations, o historiador Marcus Rediker começa a revelar segredos muito interessantes.
Se você fosse mercador ou marinheiro empregado nos navios mercantes naqueles dias – se vivesse nas docas do East End de Londres, se fosse jovem e vivesse faminto –, você fatalmente acabaria embarcado num inferno flutuante, de grandes velas.
Teria de trabalhar sem descanso, sempre faminto e sem dormir.
E, se se rebelasse, lá estavam o todo-poderoso comandante e seu chicote [ing. the Cat O' Nine Tails, lit. "o Gato de nove rabos"].
Se você insistisse, era a prancha e os tubarões.
E ao final de meses ou anos dessa vida, seu salário quase sempre lhe era roubado.
Os piratas foram os primeiros que se rebelaram contra esse mundo.
Amotinavam-se nos navios e acabaram por criar um modo diferente de trabalhar nos mares do mundo. Com os motins, conseguiam apropriar-se dos navios; depois, os piratas elegiam seus capitães e comandantes, e todas as decisões eram tomadas colectivamente; e aboliram a tortura.
Os butins eram partilhados entre todos, solução que, nas palavras de Rediker, foi "um dos planos mais igualitários para distribuição de recursos que havia em todo o mundo, no século 18 ".
Acolhiam a bordo, como iguais, muitos escravos africanos foragidos.
Os piratas mostraram "muito claramente – e muito subversivamente – que os navios não precisavam ser comandados com opressão e brutalidade, como fazia a Marinha Real Inglesa."
Por isso eram vistos como heróis românticos, embora sempre fossem ladrões improdutivos. As palavras de um pirata cuja voz perde-se no tempo, um jovem inglês chamado William Scott,
O governo da Somália entrou em colapso em 1991. Nove milhões de somalis passam fome desde então.
E todos e tudo o que há de pior no mundo ocidental rapidamente viu, nessa desgraça, a oportunidade para assaltar o país e roubar de lá o que houvesse.
Ao mesmo tempo, viram nos mares e praias da Somália o local ideal onde jogar todo o lixo nuclear do planeta.
Exactamente isso: lixo atómico. Nem bem o governo desfez-se (e os ricos partiram), começaram a aparecer misteriosos navios europeus no litoral da Somália, que jogavam ao mar contêineres e barris enormes.
A população litorânea começou a adoecer. No começo, erupções de pele, náuseas e bebês malformados.
Então, com o tsunami de 2005, centenas de barris enferrujados e com vazamentos apareceram em diferentes pontos do litoral.
Muita gente apresentou sintomas de contaminação por radiação e houve 300 mortes.
Quem conta é Ahmedou Ould-Abdallah, enviado da ONU à Somália: "Alguém está jogando lixo atómico no litoral da Somália.
E chumbo e metais pesados, cádmio, mercúrio, encontram-se praticamente todos”.
Parte do que se pode rastrear leva diretamente a hospitais e indústrias européias que, ao que tudo indica, entrega os resíduos tóxicos à Máfia, que se encarrega de "descarregá-los" e cobra barato.
Quando perguntei a Ould-Abdallah o que os governos europeus estariam fazendo para combater esse “negócio”, ele suspirou: "Nada. Não há nem descontaminação, nem compensação, nem prevenção."
Ao mesmo tempo, outros navios europeus vivem de pilhar os mares da Somália, atacando uma de suas principais riquezas: pescado.
A Europa já destruiu seus estoques naturais de pescado pela super-exploração – e, agora, está super-explorando os mares da Somália.
A cada ano, saem de lá mais de 300 milhões de atum, camarão e lagosta; são roubados anualmente, por pesqueiros ilegais. Os pescadores locais tradicionais passam fome.
Mohammed Hussein, pescador que vive em Marka, cidade a 100 quilômetros ao sul de Mogadishu, declarou à Agência Reuters:"Se nada for feito, acabarão com todo o pescado de todo o litoral da Somália."
Esse é o contexto do qual nasceram os "piratas" somalis. São pescadores somalis, que capturam barcos,
Os somalis chamam-se "Guarda Costeira Voluntária da Somália".
A maioria dos somalis os conhecem sob essa designação. [ Ler matéria importante sobre isso, em:"The Armada is not a solution"].
Pesquisa divulgada pelo site somali independente WardheerNews informa que 70% dos somalis "aprovam firmemente a pirataria
Claro que nada justifica a prática de fazer reféns.
Claro, também, que há gangsters misturados nessa luta – por exemplo, os que assaltaram os carregamentos de comida do World Food Programme.
Mas em entrevista por telefone, um dos líderes dos piratas, Sugule Ali disse: "Não somos bandidos do mar. Bandidos do mar são os pesqueiros clandestinos que saqueiam nosso peixe”.
Por que os europeus supõem que os somalis deveriam deixar-se matar de fome passivamente pelas praias, afogados no lixo tóxico europeu, e assistir passivamente os pesqueiros europeus (dentre outros) que pescam o peixe que, depois, os europeus comem elegantemente nos restaurantes de Londres,
A Europa nada fez, por muito tempo. Mas quando alguns pescadores reagiram e intrometeram-se no caminho pelo qual passa 20% do petróleo do mundo... Imediatamente a Europa despachou para lá os seus navios de guerra. A história da guerra contra a pirataria em 2009 está muito mais claramente narrada por outro pirata, que viveu e morreu no século 4º AC. Foi preso e levado à presença de Alexandre, o Grande, que lhe perguntou "o que pretendia, fazendo-se de senhor dos mares."
O pirata riu e respondeu: "O mesmo que você, fazendo-se de senhor das terras; mas, porque meu navio é pequeno, sou chamado de ladrão; e você, que comanda uma grande frota, é chamado de imperador."
Hoje, outra vez, a grande frota europeia lança-se ao mar, rumo à Somália – mas... quem é o ladrão?
Wednesday, April 29, 2009
Estou céptico, mas aqui vão alguns conselhos
No seguimento das notícias de casos já confirmados de gripe suína identificada nas populações do México, Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, Nova Zelândia, Espanha, Alemanha e Israel, bem como casos suspeitos detectados noutros países, a Marsh identificou os riscos e as medidas que as empresas devem tomar para fazer face a uma possível pandemia humana. Trabalhar em casa pode ser uma opção.
Actualmente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) encontra-se no nível 4 do seu Alerta Pandémico, que se traduz na infecção limitada entre seres humanos e em casos registados em diversos países. Se for declarado o nível 5, a OMS considera ser um “forte sinal de que uma pandemia está iminente e que o tempo para finalizar a comunicação e a implementação das medidas de mitigação já planeadas é curto”, salienta a Marsh, que opera na área da corretagem de seguros e consultoria de risco.
As cadeias de fornecimento podem vir a ser afectadas se o vírus se propagar, particularmente se os fornecedores forem provenientes de países com elevada densidade demográfica e onde o acesso à saúde seja muito limitado ou escasso.
Uma pandemia pode propagar-se rapidamente, durando muitos meses, e infectar 25% ou mais da população mundial, de acordo com peritos em saúde pública. Muitas organizações acreditam que no pico de uma pandemia severa, mais de 75% dos empregados podem faltar ao trabalho, explica a Marsh.
Assim, para fazerem face a este risco, as empresas devem fazer “uma revisão dos seus controlos de gestão de risco, das suas políticas de recursos humanos e outras políticas de pandemias, bem como planos de gestão de crise e capacidades de comunicação de crise. As empresas devem actualizar estes planos baseando-se na ameaça de uma pandemia. Além disso, existem acções preventivas e preparatórias que podem e devem ser tomadas de imediato”.
Entre os pontos-chave que as empresas devem considerar imediatamente está a revis ão das políticas da empresa quanto a viagens, higiene e rastreio médico, apoio médico e recurso a anti-virais, incluindo o fornecimento de produtos sanitários anti-bacterianos, máscaras e outros materiais.
Além disso, há que “identificar a possibilidade de distanciamento social, bem como outros meios para minimizar a exposição e propagação da doença dentro do ambiente laboral” e “rever os métodos de informação contínua sobre a ameaça de pandemia e a situação da empresa aos funcionários, no trabalho e em casa”. Em centros populacionais, a Marsh aconselha que as empresas assegurarem que estes planos incluem a possibilidade dos empregados trabalharem em casa, se for possível e apropriado.
No caso de a OMS aumentar o grau de ameaça para o nível 6 (generalização da infecção em humanos) as empresas necessitam de ter um plano de gestão de crise que inclua elementos adaptados a uma pandemia, incluindo políticas de viagens de negócio, localização dos empregados, distanciamento social e rastreio médico, e planos e processos intensivos de consciencialização e comunicação, refere ainda a análise da consultora.
